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terça-feira, 30 de setembro de 2014

O “Dia do Alívio” e A Globalização do Simples

É indiscutível que no sistema em que estamos engajados, manter um nível de competição é inexorável (e até certo ponto, saudável). Mas algumas competições desnecessárias estão tomando nosso valioso tempo e, cada vez mais, migrando, repletas de futilidade, para esferas de extrema importância. E desviando nossa atenção do que realmente deveria importar.

Por isso, imagino frequentemente o quão positivo seria o dia em que todos se livrassem desses grilhões gerados por tais competições.


Muitos conhecem o poder de um momento de meditação e reflexão, e entendem que esse momento de análise é tão necessário quanto o momento de absorver informações (até para absorvê-las de forma mais crítica, filtrando apenas o essencial). Perante isso, seria válido propor um “Dia do Alívio”, no qual a humanidade se liberaria dos problemas fora do seu alcance imediato que causam tanta ansiedade e mal estar social.  E, seguindo essa proposição, seria possível nos prepararmos para o “despertar” de soluções cabíveis para os problemas mais simples, solucionando-os de forma natural e calma.

Autossustentável: Nirvana de Charles Wang
Foto - 'Nirvana' de Charles Wang

Escrevo sobre observações voltadas a sociedade porque acredito que a estabilidade do meio ambiente só poderá ser atingida quando alcançarmos nossa própria estabilidade pessoal. Considero que a Sustentabilidade seja resultante dos aprimoramentos da esfera social.

Assim, perante o assunto abordado, sugiro, igualmente, a “Globalização do Simples” onde assumiríamos um relacionamento saudável com o ambiente que nos cerca, resgatando valores familiares que são importantes pilares para uma vida saudável, além de representarem uma base para a construção de indivíduos em comunhão com o sistema e a natureza. Globalizar o simples é exercer o humanismo com originalidade e colocá-lo em status de lei de grande importância para a convivência de mais de sete bilhões de seres humanos. Porque com generosidade, compaixão e preocupação focalizadas podemos mudar o mundo.


Voltando ao “Dia do Alívio”, não proponho o ócio destrutivo, mas a paz ao acomodar nossas cabeças nos travesseiros após um longo dia de serviço. Onde mesmo cientes de todos os problemas, estaríamos aliviados por fazer nossa parte sem radicalismo. Observar e absorver, exercer e perceber, aprender e passar adiante... Esses seriam alguns dos requisitos necessários à prática da Sustentabilidade.

Competição não pode se transformar em justificativa para o mal estar social, assim como dificuldade não deveria gerar desânimo e a imunidade ser transformada em descaso. Não espere o mundo bater à sua porta repleto de incógnitas, solucione-as antes e o espere-o com soluções!


Clique aqui para ler mais sobre artigos de Patrick Rabelo

domingo, 28 de setembro de 2014

Consumo e Ética

O consumo hoje representa os desejos humanos de preenchimento e uma compensação pelas disparidades sociais. “Eu posso não ter o mesmo padrão de vida, mas uso o mesmo produto que você!” Consumo é realização, mas também representa vingança, o ir à forra dos que, em tese, podem menos. A oferta de possibilidades é renovada diariamente, gerando novos desejos e novas frustrações.

Autossustentável: Consumo

Acompanhando este movimento, as relações em sociedade sofrem de uma liquidez e flexibilidade imensas. No dizer de Bauman, as redes são o novo formato. Redes se formam entre consumidores de determinada marca, que apesar de nunca terem qualquer tipo de contato identificam-se entre si e excluem/ marginalizam aqueles que não conseguem adquiri-la. Uma mesma pessoa pode estar vinculada a várias redes e não ter companhia para o final de semana, tamanho o nível de abstração e precariedade deste novo formato de associação.

A liquidez afirmada pelo autor está representada na facilidade com que os vínculos são firmados e diluídos. O casamento que antes era sólido, hoje é facilmente desfeito em um procedimento simples. O emprego que antes representava solidez, hoje é trocado conforme o interesse do empregado, vez que seu vínculo com o trabalho deixou de representar sobrevivência. Hoje emprego tem conotação maior de status, de garantidor do padrão de consumo.

Autossustentável: Sociedade líquida

Considerando que este modo de vida consumista traz felicidade temporária, e apenas para alguns, ele gera uma situação deplorável ao ser humano. Isso porque ao fim da saga do consumo encontra-se vazio internamente e com excesso de produtos que acabará não utilizando, aparências e dívidas à sua volta. Assim, só resta a ele retomar sua confiança no modo anterior de organização e buscar as instituições assistencialistas do Estado Social.

Em nosso país presenciamos um exemplo vívido desta lógica. Quando a concentração de renda saturou e o consumo começou a apresentar sinais desagradáveis, o povo elegeu um governante de esquerda, que criou inúmeros programas assistenciais. Este processo facilitou o acesso ao consumo pelas classes mais baixas e aumentou a ganância daqueles que perceberam o grande mercado que se abria.

Ganância e falta de dignidade geram ressentimento e criminalidade. A violência aumentou e as cidades se tornaram ambientes fragmentados. Condomínios fechados se tornaram mini-cidades que permitem o enclausuramento voluntário em nome da segurança.

Autossustentável: Casas - Quadrinhos Ácidos
Fonte: Quadrinhos Ácidos do cartunista Pedro Leite.

O alerta internacional quanto ao esgotamento dos recursos do planeta já foi soado, entretanto poucas são as iniciativas que buscam um novo rumo. A sustentabilidade, tão festejada, soa mais como uma leve concessão do capitalismo a modos mais eficientes de produção, o que ao final gerará aumento nos lucros. Mas traz um alento aqueles que querem proteger o meio ambiente e otimizar a utilização dos recursos.

Autossustentável: Sustentabilidade x Consumo

A verdade é que a sustentabilidade “atrasa” o processo de degradação, ou seja, diminui o ritmo. Cidades sustentáveis, produção e consumo sustentáveis, construções e atitudes sustentáveis são parte de um plano de educação de novos seres humanos ambientalmente conscientes. Mas em que medida esse plano obterá êxito se a convocação para o consumo é muito mais articulada e incisiva?

A reflexão necessária é bem mais profunda do que aquela que hoje é possível. Em que medida ainda é possível ser isento dos confortos e manipulações desta cultura consumista na qual a geração atual nasceu e foi criada? É possível refletir fora do contexto em que estamos inseridos?

A vida humana passa por transformações durante o seu curso. Na juventude há o abandono das origens a fim de criar uma nova identidade e um modo de vida mais condizente com o que se acredita. Então, não seria o ser humano capaz de abandonar sua cultura consumista para aprimorar sua identidade e reformular seus valores a fim de gerar mais harmonia?

Autossustentável: Mafalda - Sociedade de Consumo

A sociedade líquida dá mostras de que alguma solidez é necessária. Mas estaria ela disposta dar um novo salto?


Referências Bibliográficas:
ARENDT, Hannah. A Condição Humana. 9 ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.
BAUMAN, Zygmunt. É possível ética num mundo de consumidores? Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
CAVALCANTI DE ALMEIDA, Maria Carmen. A ética das virtudes e o meio ambiente. In Revista de Direito Ambiental. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, out.-dez. 2006. Ano 11. N. 44. P. 64 a 78.
FERREIRA BASTOS, Lucia Elena Arantes. O consumo de massa e a ética ambientalista. In Revista de Direito Ambiental. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, jul.-set. 2006. Ano 11. N. 43. P. 177 a 202.
RIZZATO NUNES, Luis Antonio. O capitalismo selvagem e os consumidores desesperados. ABC do CDC. Capturado em http://www.migalhas.com.br/ABCdoCDC/92,MI155123,101048-O+capitalismo+selvagem+e+os+consumidores+desesperados Acessado em 24/09/2014.
UNITED NATIONS ENVIRONMENT PROGRAMME. Global Outlook on Sustainable Consumption and Production Policies: Taking action together. Capturado em http://www.unep.fr/scp/go/pdf/Global%20Outlook%20on%20SCP%20Policies_full_final.pdf Acessado em 24/09/2014.


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terça-feira, 23 de setembro de 2014

#viresuacidade: Vire sua Cidade

A Virada Sustentável 2014, que aconteceu entre os dias 28 e 31 de agosto em diversos pontos de São Paulo, contou com mais de 700 eventos e atrações. Música, arte, mobilização, debates, palestras, diálogos, oficinas, enfim, tudo do bom e do melhor para quem procura transformar, para quem já transforma e para quem busca transformação.

Autossustentável: Virada Sustentável 2014

Tive o privilégio de estar envolvido em dois eventos bastante especiais. O primeiro aconteceu na Escola São Paulo trazendo o tema “Sonho e Prática: como educar para estilos mais sustentáveis de vida?”

Em uma varanda mais que agradável, cercada por paus-ferro e cantos de cambacicas e sabiás, educadores, jornalistas, engenheiros, professores, pais, entre outros, trouxeram suas experiências, suas dúvidas e suas angústias na busca pela transformação do olhar e do pensar uma nova escola e uma nova forma de educar de maneira mais participativa e integrada.

Autossustentável: Roda de Conversa - Virada Sustentável 2014
Roda de Conversa “Sonho e Prática: como educar para estilos 
mais sustentáveis de vida?”. Fonte: Instituto Akatu.

A busca pelo equilíbrio entre o tradicional e o inovador surgiu por meio de diferentes depoimentos, permeados pelo desejo de uma escola viva, dinâmica e que deve valorizar a participação e a criação de uma visão mais complexa do mundo e seus processos. Reflexões vitais em um mundo em transição que se estenderam para todo e qualquer espaço que pode se tornar educador.

No segundo evento, tive uma participação mais ativa, afinal, fui um dos oficineiros. Em uma varanda da charmosa Biblioteca de São Paulo, localizada dentro do Parque da Juventude, ministrei a oficina “Construindo Escolas Sustentáveis (na prática)” com a colaboração da professora Daniela Coccaro, que também tem se dedicado à questão da sustentabilidade na escola.

Autossustentável: Construindo Escolas Sustentáveis - Virada Sustentável 2014
Oficina “Construindo Escolas Sustentáveis (na prática)”. 
Fonte: Arquivo Pessoal do Colunista Ed Grandisoli.

O grupo de participantes era também bastante eclético, formado por pedagogos, engenheiros ambientais, professores, empresários, entre outros. Desde o princípio os participantes mostraram grande conhecimento sobre sustentabilidade e, juntos, pudemos ampliar e trabalhar com o conceito por meio de diferentes pontos de vista, tendo a escola e a Educação como pontos centrais das ações de transformação na sociedade.

Apesar da excelente discussão no plano mais conceitual, o objetivo maior da oficina era construirmos juntos projetos em sustentabilidade para serem trabalhados na escola. Esse salto do mundo das ideias e das palavras para a ação me parece fundamental se queremos, de verdade, fazer diferente e fazer a diferença.

Autossustentável: Construindo Escolas Sustentáveis - Virada Sustentável 2014
Oficina “Construindo Escolas Sustentáveis (na prática)”. 
Fonte: Arquivo Pessoal do Colunista Ed Grandisoli.

A experiência não poderia ter sido mais desafiadora e prazerosa, e espero que os participantes tenham saído transformados e ainda mais mobilizados, como eu.

Participar é o primeiro passo para compreender. Compreender ativa (ou reativa) o olhar, a criticidade pró-ativa e os desejos de mudança frente aos desafios da sustentabilidade. Eventos como a Virada Sustentável que valorizam o “sair da zona de conforto” e a cocriação merecem todo crédito e espaço por aquilo que se propõem a fazer. Nas palavras dos próprios idealizadores, deseja-se “articular pessoas, grupos e instituições, públicas e privadas, que têm em comum o objetivo de melhorar a sociedade e o meio ambiente a partir de uma visão alegre e inspiradora da sustentabilidade.”

Autossustentável: Fora da Zona de Conforto

Agradeço de coração pela possibilidade de me juntar a essa turma e de conhecer pessoas que dividem valores tão importantes na busca pelo bem-estar e qualidade de vida de todos e todas. Ambas as atividades que tive o privilégio de participar contaram com a impecável participação e organização dos amigos do Instituto Akatu.

Deixo meu agradecimento especial à Ana Neca, Silvia Sá e Julia Affonso que abraçaram minha oficina com todo o carinho e também à querida Tereza Moreira pela valiosa participação na oficina. Desejo que essa seja a primeira de muitas que faremos juntos.

Você pode acessar muito do que aconteceu na Virada no site Virada Sustentável e utilizando a hashtag que dá nome a esse texto no Instagram e Facebook.

Virada Sustentável 2015, vamos nessa!


Clique aqui para ler outros artigos de Edson Grandisoli

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Os Desafios na Captação de Recursos para o Terceiro Setor


A história do terceiro setor e a atuação das ONG’s no Brasil são assuntos constantes, e aparecem tanto em artigos, quanto nas discussões e conversas das quais participo. Vale lembrar que a captação de recursos para os projetos desenvolvidos pelas ONG’s é tão importante quanto suas atividades e atribuições, e merecem igual atenção.

Existem mais de 300 mil organizações sociais sem fins lucrativos no Brasil (Fasfil, 2010), e existem poucos estudos e pesquisas sobre os resultados de suas ações, bem como o número de pessoas, comunidades e localidades beneficiadas por suas atuações. Neste contexto, surgem ainda questionamentos de como buscar recursos para a realização dos projetos e se o Estado consegue atender a toda demanda.

É certo que a iniciativa privada através de suas ações de responsabilidade social, tem uma participação muito importante na captação de recursos e parcerias de ONG´s e empresas, no que diz respeito ao desenvolvimento e realização de projetos socioambientais. Bem como o Estado, que através de ferramentas disponibiliza recursos para tais fins, ainda que muitos desconheçam.



Fato é que, não se deve esperar que estes recursos sejam empregados somente pela iniciativa pública, tampouco sair, de forma impensada, em busca de parceria com empresas e instituições. A grande dificuldade é saber onde buscar e como deve ser feito este processo, tanto para o conhecimento daqueles que buscam recursos para empregarem e desenvolverem seus projetos, bem como a falta de informação de financiadores na prospecção deles. 

Existe no Brasil um Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse, denominado SINCOV [saiba mais em SINCOV]. Esse sistema permite a liberação de recursos, o acompanhamento da execução dos projetos e a prestação de contas dos conveniados. Para se cadastrar, são necessários requisitos básicos referentes a documentos de qualificação jurídica e fiscal, bem como capacidade técnica e operacional. Contudo, para realizar o cadastro e o repasse, existe um longo e árduo caminho burocrático para a liberação dos recursos.


Há, porém, outros caminhos, muitas vezes desconhecidos, e que possuem grande capacidade de alocação de recursos e enorme interesse em projetos socioambientais no Brasil. Dentre eles, podemos citar as agências internacionais, na maioria ligada à ONU – Organização das Nações Unidas, como o PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio AmbienteUNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a CulturaUNICEF - Fundo das Nações Unidas para a InfânciaUNIFEM- Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Mulher, dentre outros.



Contudo, gostaria de ressaltar também, não só a importância da existência e ciência dessas agências e fundações internacionais, mas a qualidade dos projetos que chegam até essas organizações. O consultor Ricardo Falcão (2014), especialista em captação de recursos, destaca que os recursos existem, mas faltam bons projetos.

Acredito que existam diversas dificuldades para chegar aos financiadores, principalmente no que diz respeito às exigências e características de quem pode ser beneficiado. O complexo mundo jurídico brasileiro aplicado ao terceiro setor dificulta este acesso e conhecimento. Em contrapartida, a legislação brasileira é muito bem estruturada e completa quando comparada aos demais países desenvolvidos e em desenvolvimento. Se na lei do terceiro setor, a transparência em gastos é obrigatória, este fator também deve ser levado em consideração.

O grande desafio é profissionalizar as ONG's para a elaboração de projetos bem estruturados, com objetivos claros e específicos, capazes de apresentar justificativas convincentes na busca de parcerias e alocação de recursos, principalmente no que tange ao cronograma e orçamento do projeto.
                                                                  (Ricardo Falcão, 2014)


Precisamos, enfim, mudar a antiga visão assistencialista e voluntária do terceiro setor, e preparar os profissionais para um mercado cada vez mais exigente em formação e habilidades. Mas que apresentem a mesma garra e crença em fazer a diferença, pois o caminho é longo e tortuoso, porém, recompensador.


Clique aqui para ler outros artigos de Aline Lazzarotto

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Aprenda a fazer chá utilizando cascas de laranja e abacaxi


O friozinho de inverno é muito propício a bebidas quentes. Por isso, o Autossustentável dá uma dica de um chá feito com gengibre e cascas de laranja e abacaxi.

Além de reaproveitar as partes que seriam jogadas fora, essa bebida tem propriedades termogênicas, que elevam a temperatura do corpo e ajudam a emagrecer.

Ingredientes:
  • 1,5 litros de água
  • 3 colheres de sopa de gengibre bem picado
  • Casca higienizada de um abacaxi inteiro
  • Casa higienizada de uma laranja
  • 1 colher de açúcar branco ou cristal
  • Mel
  • Cravo da índia
  • Canela em pau

Como fazer:
  1. Leve ao fogo a água junto com as cascas do abacaxi, laranja, o gengibre, a canela e o cravo. Deixe a mistura cozinhar por 20 minutos.
  2. Em outra panela, coloque o açúcar e leve ao fogo até caramelizar. Quando estiver no ponto, acrescente o chá. Aproveite esta mudança de recipiente para coar a bebida. Este cuidado com o açúcar é o que deixará o chá um pouco mais escuro. Caso opte por utilizar açúcar mascavo, não deixe-o caramelizar, para não ficar amargo.
  3. Com tudo junto, deixe ferver por mais cinco minutos. Quando a temperatura diminuir, acrescente o mel. É importante que a bebida não esteja fervendo para que o mel não perca as suas propriedades.
  4. Beba à vontade.



Fonte: CicloVivo