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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Os Desafios na Captação de Recursos para o Terceiro Setor


A história do terceiro setor e a atuação das ONG’s no Brasil são assuntos constantes, e aparecem tanto em artigos, quanto nas discussões e conversas das quais participo. Vale lembrar que a captação de recursos para os projetos desenvolvidos pelas ONG’s é tão importante quanto suas atividades e atribuições, e merecem igual atenção.

Existem mais de 300 mil organizações sociais sem fins lucrativos no Brasil (Fasfil, 2010), e existem poucos estudos e pesquisas sobre os resultados de suas ações, bem como o número de pessoas, comunidades e localidades beneficiadas por suas atuações. Neste contexto, surgem ainda questionamentos de como buscar recursos para a realização dos projetos e se o Estado consegue atender a toda demanda.

É certo que a iniciativa privada através de suas ações de responsabilidade social, tem uma participação muito importante na captação de recursos e parcerias de ONG´s e empresas, no que diz respeito ao desenvolvimento e realização de projetos socioambientais. Bem como o Estado, que através de ferramentas disponibiliza recursos para tais fins, ainda que muitos desconheçam.



Fato é que, não se deve esperar que estes recursos sejam empregados somente pela iniciativa pública, tampouco sair, de forma impensada, em busca de parceria com empresas e instituições. A grande dificuldade é saber onde buscar e como deve ser feito este processo, tanto para o conhecimento daqueles que buscam recursos para empregarem e desenvolverem seus projetos, bem como a falta de informação de financiadores na prospecção deles. 

Existe no Brasil um Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse, denominado SINCOV [saiba mais em SINCOV]. Esse sistema permite a liberação de recursos, o acompanhamento da execução dos projetos e a prestação de contas dos conveniados. Para se cadastrar, são necessários requisitos básicos referentes a documentos de qualificação jurídica e fiscal, bem como capacidade técnica e operacional. Contudo, para realizar o cadastro e o repasse, existe um longo e árduo caminho burocrático para a liberação dos recursos.


Há, porém, outros caminhos, muitas vezes desconhecidos, e que possuem grande capacidade de alocação de recursos e enorme interesse em projetos socioambientais no Brasil. Dentre eles, podemos citar as agências internacionais, na maioria ligada à ONU – Organização das Nações Unidas, como o PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, o PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio AmbienteUNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a CulturaUNICEF - Fundo das Nações Unidas para a InfânciaUNIFEM- Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento da Mulher, dentre outros.



Contudo, gostaria de ressaltar também, não só a importância da existência e ciência dessas agências e fundações internacionais, mas a qualidade dos projetos que chegam até essas organizações. O consultor Ricardo Falcão (2014), especialista em captação de recursos, destaca que os recursos existem, mas faltam bons projetos.

Acredito que existam diversas dificuldades para chegar aos financiadores, principalmente no que diz respeito às exigências e características de quem pode ser beneficiado. O complexo mundo jurídico brasileiro aplicado ao terceiro setor dificulta este acesso e conhecimento. Em contrapartida, a legislação brasileira é muito bem estruturada e completa quando comparada aos demais países desenvolvidos e em desenvolvimento. Se na lei do terceiro setor, a transparência em gastos é obrigatória, este fator também deve ser levado em consideração.

O grande desafio é profissionalizar as ONG's para a elaboração de projetos bem estruturados, com objetivos claros e específicos, capazes de apresentar justificativas convincentes na busca de parcerias e alocação de recursos, principalmente no que tange ao cronograma e orçamento do projeto.
                                                                  (Ricardo Falcão, 2014)


Precisamos, enfim, mudar a antiga visão assistencialista e voluntária do terceiro setor, e preparar os profissionais para um mercado cada vez mais exigente em formação e habilidades. Mas que apresentem a mesma garra e crença em fazer a diferença, pois o caminho é longo e tortuoso, porém, recompensador.


Clique aqui para ler outros artigos de Aline Lazzarotto

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Aprenda a fazer chá utilizando cascas de laranja e abacaxi


O friozinho de inverno é muito propício a bebidas quentes. Por isso, o Autossustentável dá uma dica de um chá feito com gengibre e cascas de laranja e abacaxi.

Além de reaproveitar as partes que seriam jogadas fora, essa bebida tem propriedades termogênicas, que elevam a temperatura do corpo e ajudam a emagrecer.

Ingredientes:
  • 1,5 litros de água
  • 3 colheres de sopa de gengibre bem picado
  • Casca higienizada de um abacaxi inteiro
  • Casa higienizada de uma laranja
  • 1 colher de açúcar branco ou cristal
  • Mel
  • Cravo da índia
  • Canela em pau

Como fazer:
  1. Leve ao fogo a água junto com as cascas do abacaxi, laranja, o gengibre, a canela e o cravo. Deixe a mistura cozinhar por 20 minutos.
  2. Em outra panela, coloque o açúcar e leve ao fogo até caramelizar. Quando estiver no ponto, acrescente o chá. Aproveite esta mudança de recipiente para coar a bebida. Este cuidado com o açúcar é o que deixará o chá um pouco mais escuro. Caso opte por utilizar açúcar mascavo, não deixe-o caramelizar, para não ficar amargo.
  3. Com tudo junto, deixe ferver por mais cinco minutos. Quando a temperatura diminuir, acrescente o mel. É importante que a bebida não esteja fervendo para que o mel não perca as suas propriedades.
  4. Beba à vontade.



Fonte: CicloVivo

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A Era do ‘Eco’

Por ‘Era’ entende-se uma época na qual se estabelece uma nova ordem das coisas, ou seja, um período de tempo com características marcantes que definem uma nova organização das coisas tais como são.

Considerando a evolução da relevância do conceito de sustentabilidade desde a década de 1970, juntamente com os problemas decorrentes da questão ambiental, mais conscientização por parte da sociedade, governo e empresas; pode-se dizer que estamos nos encaminhando para uma nova Era: Eco Era.

Autossustentável: Eco Era

O termo sustentabilidade, ainda que não seja precisamente definido, tem sido usado de forma ampla em debates políticos, universitários e de negócios, confirmando a necessidade de uma mudança no estilo de vida das pessoas, bem como a forma de produção e consumo. Autores diversos classificam sustentabilidade sob diferentes óticas, porém, quase todas consideram as três perspectivas básicas: social, ambiental e econômica. Para Sachs (2000 apud Pereira et al. 2012) o termo envolve inclusão social, economia sustentada no tempo e ambiente sustentável.

Autossustentável: Desenvolvimento Sustentável

Para que um projeto seja economicamente viável é preciso que haja uma fonte de financiamento ou outro meio oneroso que custeie a ação econômica. Os recursos naturais devem ser consumidos em uma escala que não leve à degradação do meio ambiente. O meio ecológico, em um sistema sustentável, é tratado de modo que não seja deteriorado e que não haja acúmulo de resíduos. (SACHS, 2000 APUD PEREIRA ET AL., 2012, p.160)

Atualmente, as conseqüências dos impactos ambientais decorrentes do processo produtivo e da forma de consumo são bem visíveis, seja no clima, na devastação de florestas, na exploração de mão de obra, na exploração de recursos não renováveis, entre outros exemplos. Se permanecermos com o mesmo ritmo que segue a produção nos dias de hoje, desconsiderando os limites do planeta, não teremos mais recursos e viveremos em um ambiente sem condições saudáveis de vida. A partir desse cenário, faz-se necessária uma nova Era, ou seja, uma época em que as pessoas se tornem mais conscientes sobre seus impactos no planeta e mais participativas frente a ações que fomentem a sustentabilidade.

Tão importante quanto discutir o conceito de sustentabilidade são as práticas efetivas no dia-a-dia, desde as pequenas atitudes diárias até iniciativas maiores no âmbito dos negócios. E nesta última área destacam-se as empresas que tomam frente com novos produtos, serviços ou processos, buscando alinhamento com os princípios sustentáveis.  Herculano (1992 apud Pereira et al. 2012) sugere que os ambientalistas veem  o conceito de desenvolvimento sustentável sendo interpretado de modo vago e como uma  estratégia de expansão do mercado e lucro, ou seja, que há interesse econômico ao se assumir “ecologicamente correto”.  Alguns atores sociais desfrutam desse status ao afirmar que apoiam a sustentabilidade sem contudo incorporá-la de fato nas suas práticas. Assim, é importante tornar evidentes aqueles atores que buscam, essencialmente, mudanças em suas ações de forma a respeitar os valores de sustentabilidade.

Autossustentável: SP ECOERA 4ª Edição
SP ECOERA 4ª Edição

Autossustentável: SP ECOERA  - Espaço para palestras e debates
SP ECOERA - Espaço para palestras e debates

Retomando a questão sobre uma nova Era, e relacionando às práticas de empresas que assumem uma postura sustentável, ressalta-se o SP ECOERA, evento pioneiro idealizado por Chiara Gadaleta, consultora de moda e sustentabilidade, que reúne marcas, projetos, empresas e consumidor final em torno de questões sociais e ambientais no mercado de moda, design e beleza. A quarta edição aconteceu no final do mês de maio, nos dias 23 e 24, com a campanha “Qual a moda que te representa¿”, visando o questionamento sobre nossa relação com a moda, e como podemos usá-la ao nosso favor. Personalidades da moda foram selecionadas para espalharem manifestos sobre o que mudariam na moda. O SP ECOERA apresentou coleções das seguintes marcas: PUKET, MY BASIC, BANTU MULHER, GUSTAVO SILVESTRE, SERÁ O BENEDITO, SEÑORITA GALANTE, PANDORA, VUELO, BRECHÓ ASSOCIAÇÃO SANTO AGOSTINHO, NOVELARIA, FLAVIA ARANHA e BIOART[1] (com make orgânica e cruelty free, feita no Brasil).

Autossustentável: Chiara Gadaleta, organizadora do evento.
Chiara Gadaleta, organizadora do evento.

O caminho de quem apóia a sustentabilidade (aquisição de matéria-prima, logística, processos, até a oferta do produto ou serviço final) é sempre mais difícil, já que tudo, ou pelo menos grande parte do que é “eco”, é novidade, é descoberta. E, ainda, existe a barreira da aceitação. O consumo de produtos e serviços sustentáveis ainda é lento, tanto pela falta de oferta (e quando há, o custo tende a ser maior) quanto por falta de conscientização.  Justamente por isso deve-se enfatizar e destacar o trabalho das marcas que se arriscam e que se engajam numa jornada que constitui a nossa nova Era. Pois, além de falar em teorias conceituais temos que apresentar soluções, desde pequenas alternativas, a iniciativas mais sobressalentes, de forma que possamos incorporar a sustentabilidade em suas diferentes perspectivas.

Autossustentável: Make BioArt em um dos desfiles do evento.
Make BioArt em um dos desfiles do evento.

A colaboradora que vos fala teve o prazer de adquirir alguns produtos da BioArt, e, por acaso, após o SP ECOERA, retornando para Porto Alegre, encontrou as maquiagens em uma farmácia no aeroporto, coincidentemente, já que estava buscando por outro produto.  Experimentou e aprovou o pó, o blush e o rímel, maquiagens que fazem parte da rotina diária da maioria das mulheres. Um viva para a BioArt.

Referências:

PEREIRA, André Luiz [et al.]. Logística Reversa e Sustentabilidade. São Paulo: Cengage Learning, 2012, 192p.




[1] A BioArt Biocosméticos é uma empresa brasileira que desenvolve produtos a partir de ingredientes naturais e orgânicos, ou seja, não faz uso de agrotóxicos e pesticidas e, ainda, selecionam matéria-prima renovável. A empresa trabalha com a política cruelty free, ou seja, não realiza testes em animais, bem como não adquire ingredientes de outras empresas que o façam. A premissa da marca é trabalhar com beleza e cor desde que se alinhem com princípios sustentáveis, que vêm em primeiro lugar. Desta forma, a empresa investe em pesquisas e projetos na busca por ingredientes e processos que estejam em consonância com o conceito de sustentabilidade. Os produtos variam entre cremes, hidratantes, sabonetes, argilas e maquiagens diversas. No site é possível visualizar todos eles, bem como conhecer mais a marca: http://www.bioart.net.br/


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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Educação Ambiental e a Legislação Brasileira

Como se sabe, a educação ambiental pode ser considerada uma das formas de disseminar pela sociedade o respeito na relação homem-natureza. Ao realizar no ano passado um curso sobre o assunto, pude compreender que uma efetiva mudança de postura da sociedade deve caminhar por essa direção. Cita-se, aliás, que essa constatação já havia sido formulada na Conferência de Estocolmo de 1972.


Transportada a temática ao universo jurídico brasileiro, cumpre mencionar a existência da Política Nacional de Educação Ambiental que a define como sendo integrada “por processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade” (art. 1°- Lei Federal 9795/1999).

Autossustentável: Direito Ambiental

Dentre os objetivos da Política Nacional, consta o “desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos”; “a garantia de democratização das informações ambientais” e “o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social” (art. 5°- Lei Federal 9795/1999).

Sabe-se, porém, que o processo de Educação Ambiental deve ultrapassar as barreiras dos métodos tradicionais de ensino, na medida em que componentes práticos se tornam imprescindíveis. Desse modo, a legislação pátria faz a distinção entre Educação Ambiental Formal e Educação Ambiental Não Formal. Nesse sentido, Pedro Jacobi adverte:

A educação ambiental, como componente de uma cidadania abrangente, está ligada a uma nova forma de relação ser humano/natureza, e a sua dimensão cotidiana leva a pensá-la como somatório de práticas e, consequentemente, entendê-la na dimensão de sua potencialidade de generalização para o conjunto da sociedade [1].

Autossustentável: Educação Ambiental
Fonte: Ciclo Vivo

Para tanto, o profissional de educação deve estimular e proporcionar aos alunos momentos de interação com a natureza como, por exemplo, através de visitas em Unidades de Conservação, nas quais poderão ter contato direto e melhor entendimento sobre a importância da preservação.

Apesar de uma longa estrada a percorrer, a sociedade cada vez mais será confrontada a seguir na direção de uma consciência ecológica. Como diz Eduardo Galeano, a utopia serve para continuarmos a caminhar.



[1] JACOBI, Pedro. Educação Ambiental, Cidadania e Sustentabilidade. Disponível em < http://www.uss.br/pages/revistas/revistafluminense/v2n12012/pdf/005-Ambiental.pdf>.



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sábado, 9 de agosto de 2014

Estamos Perguntando de Forma Errada

Quantas palavras bonitas são ditas e escritas, discursos que reivindicam mudanças e a união em busca do bem comum. Movimentos, partidos, manifestos e etc. Lindos e tão cheios de energia e boas intenções.

Mas o que realmente são? Muitas vezes, infelizmente, correspondem apenas à escrita sem essência. Para que servem os movimentos quando não se tem visão, os partidos desacompanhados de ética e o manifesto sem prudência?


Somos atraídos facilmente pelo superficial; o rosto, o corpo e o cabelo mais belo. A propaganda mais chamativa, a embalagem mais atraente, o cartaz mais colorido. Então, como achar soluções para os problemas externos quando parece que por natureza estamos errados? Acredito que a natureza, como um todo, está sofrendo tantas injustiças por uma razão: ainda não achamos resposta para essa questão. Mas se ainda não achamos a resposta é porque, provavelmente, não estamos perguntando de forma correta. E, se não perguntamos de forma correta é porque não damos a devida atenção ao problema.

Quando você consegue saber exatamente o que você quer perguntar a metade da resposta é dada. (I Ching - O Livro das Mutações)

Nesse contexto, a pergunta que fazemos é entendida pela natureza por meio da forma como vivemos e a resposta que a natureza nos dá pode ser interpretada como a síntese da nossa vida.


É certo que são as questões movem o mundo e não as respostas, somos movidos por incertezas que nos assombram e nos fazem caminhar. Mas o objetivo aqui é a estabilidade e a capacidade do nosso planeta de continuar propiciando a vida, e as incertezas que espreitam esse objetivo devem ser eliminadas o mais rápido possível. Não temos muito tempo para refletir, devemos agir agora. Essa incógnita terá de ser resolvida na prática!

A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar. (Eduardo Galeano)


A utopia é linda, mas se continuarmos a ter essa perspectiva em relação à sustentabilidade de Gaia* podemos até alcançar algo, porém será o oposto daquilo que vislumbrávamos no horizonte.

O que é o ambiente verde e saudável sem um meio que exerça os subsídios necessários para o mesmo? Saiba exatamente como perguntar a natureza e ela te dará metade da resposta, e essa resposta será suficiente para despertar a ação. E estamos aqui para agirmos e, de fato, transformarmos positivamente nossas vidas e nosso planeta.

Saudações verdes!


* A Teoria de Gaia, criada pelo cientista James Lovelock na década de 60, defende que a Terra é um organismo dotado da capacidade de se manter saudável e tem compromisso com todas as formas de vida – e não necessariamente com apenas uma delas, o homem, que vem justamente sendo um dos grandes responsáveis pelo seu desequilíbrio. (http://gaiasustentavel.com)


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