terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

A Rede Brasileira que Empodera Mulheres em Situação de Baixa Renda

As empreendedoras Alice Freitas, Rachel Schettino e Rosane Rosa e encontraram uma maneira de unir geração de valor compartilhado de produtos sustentáveis e empoderamento de mulheres artesãs em situação de baixa renda.

Imagem: Divulgação

Este foi o tema principal que impulsionou as três amigas a criarem, em 2005, a Rede Asta. E como não poderíamos apreciar uma ideia que trata de valorizar o trabalho das pessoas que efetivamente produzem e participam ativamente da economia?

A Asta capacita, forma redes de produção e cria canais de venda a grupos produtivos de comunidades de baixa renda. A base de seus produtos vem do reaproveitamento de resíduos para criação de um produto novo, sem destruir a matéria-prima, o chamado upcycling.
Imagem: Época Negócios

O lema das meninas é “Bom, bonito e do bem”. “Bom” porque os produtos são feitos de materiais reaproveitados de qualidade. “Bonito” porque as peças são produzidas à mão, com cuidado estético. “Do bem” pela própria missão social: transformar artesãs em empreendedoras.

As peças, além de únicas e cheias das histórias de quem as produziu, chegam ao público consumidor com alto valor agregado por terem tido em seu processo de produção, a orientação de designers. Hoje são 974 artesãs espalhadas por 60 grupos em 10 estados brasileiros, que nos últimos dez anos faturaram mais de R$ 3 milhões. Sim, isso é possível!

Imagem: Divulgação

A empresa faz parte do Sistema B e seu modelo de trabalho foi reconhecido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) por ser viável financeiramente ao integrar negócios que respeitam o meio ambiente e promovem a inclusão social.
Imagem: Divulgação
Hoje a Rede Asta conta com uma loja física no Rio de Janeiro, além da venda direta por catálogo e o site de e-commerce. Para conhecer mais sobre a Rede Asta, acesse http://www.redeasta.com.br.


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